quinta-feira, 3 de julho de 2008

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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Como é possível melhorar a educação no Brasil?



Estatísticas mostram que o Brasil avançou nos últimos anos na área da educação. Hoje, segundo dados do governo, quase todas as crianças têm acesso ao ensino básico no país.

No entanto, o Brasil continua tendo grandes problemas nesse setor. É grande a porcentagem de alunos que repetem de ano e que acabam tendo que abandonar os estudos porque precisam trabalhar para sobreviver.

Como é possível melhorar a educação no Brasil? É melhor investir no treinamento e capacitação de mais professores ou na modernização das escolas? O currículo escolar deve passar por alterações, para preparar as pessoas para os desafios da era da globalização? E como é possível resolver os problemas da evasão e repetência escolares?

A Educação do Brasileiro

A Educação do Brasileiro

elfg @ 21:02

Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.




Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo.A recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra um queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.

educação

Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.

Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. A repetência acaba tirando muitos jovens da escola, pois estes desistem. Este quadro tem mudado com reformas no sistema de ensino, que está valorizando cada vez mais o aluno e dando oportunidades de recuperação. As classes de aceleração também estão dando resultados positivos neste sentido.

A educação brasileira.

Atualmente, considera-se a educação um dos setores mais importantes para o desenvolvimento de uma nação. É através da produção de conhecimentos que um país cresce, aumentando sua renda e a qualidade de vida das pessoas. Embora o Brasil tenha avançado neste campo nas últimas décadas, ainda há muito para ser feito. A escola (Ensino Fundamental e Médio) ou a universidade tornaram-se locais de grande importância para a ascensão social e muitas famílias tem investido muito neste setor.


Pesquisas na área educacional apontam que um terço dos brasileiros freqüentam diariamente a escola (professores e alunos). São mais de 2,5 milhões de professores e 57 milhões de estudantes matriculados em todos os níveis de ensino. Estes números apontam um crescimento no nível de escolaridade do povo brasileiro, fator considerado importante para a melhoria do nível de desenvolvimento de nosso país.

Uma outra notícia importante na área educacional diz respeito ao índice de analfabetismo. Recente pesquisa do PNAD - IBGE mostra um queda no índice de analfabetismo em nosso país nos últimos dez anos (1992 a 2002). Em 1992, o número de analfabetos correspondia a 16,4% da população. Esse índice caiu para 10,9% em 2002. Ou seja, um grande avanço, embora ainda haja muito a ser feito para a erradicação do analfabetismo no Brasil. Outro dado importante mostra que, em 2006, 97% das crianças de sete a quatorze anos frequentavam a escola.

Esta queda no índice de analfabetismo deve-se, principalmente, aos maiores investimentos feitos em educação no Brasil nos últimos anos. Governos municipais, estaduais e federais tem dedicado uma atenção especial a esta área. Programas de bolsa educação tem tirado milhares de crianças do trabalho infantil para ingressarem nos bancos escolares. Programas de Educação de Jovens e Adultos (EJAs) também tem favorecido este avanço educacional. Tudo isto, aliado a políticas de valorização dos professores, principalmente em regiões carentes, tem resultado nos dados positivos.

Outro dado importante é a queda no índice de repetência escolar, que tem diminuído nos últimos anos. A repetência acaba tirando muitos jovens da escola, pois estes desistem. Este quadro tem mudado com reformas no sistema de ensino, que está valorizando cada vez mais o aluno e dando oportunidades de recuperação. As classes de aceleração também estão dando resultados positivos neste sentido.

A LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação), aprovada em 1996, trouxe um grande avanço no sistema de educação de nosso país. Esta lei visa tornar a escola um espaço de participação social, valorizando a democracia, o respeito, a pluralidade cultural e a formação do cidadão. A escola ganhou vida e mais significado para os estudantes.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Segurança no uso da Internet

Segurança no uso da Internet

Para realizar transações financeiras e obter informações por computador via Internet, os clientes devem conhecer os riscos a que podem estar sujeitos e quais as medidas preventivas que devem adotar para evitá-los. As recomendações aos clientes com essa finalidade são as seguintes:

Mantenha antivírus atualizados instalados no computador que utilizar para ter acesso aos serviços bancários;

Troque a sua senha de acesso ao banco na Internet periodicamente;

Só utilize equipamento efetivamente confiável. Não realize operações em equipamentos públicos ou que não tenham programas antivírus atualizados nem em equipamento que não conheça. Existem programas - denominados Cavalos de Tróia - utilizados por fraudadores para capturar as informações do cliente quando digitadas no computador;

Não execute aplicações nem abra arquivos de origem desconhecida. Eles podem conter vírus, Cavalos de Tróia e outras aplicações prejudiciais, que ficam ocultas para o usuário e permitem a ação de fraudadores sobre sua conta, a partir de informações capturadas após a digitação no teclado;

Use somente provedores confiáveis. A escolha de um provedor deve levar em conta também seus mecanismos, políticas de segurança e a confiabilidade da empresa;

Cuidado com e-mails não solicitados ou de procedência desconhecida, especialmente se tiverem arquivos "atachados" (anexados). Correspondências eletrônicas também podem trazer programas desconhecidos que oferecem diversos tipos de riscos à segurança do usuário. É mais seguro "deletar" os e-mails não solicitados e que você não tenha absoluta certeza que procedem de fonte confiável. Tome cuidado especialmente com arquivos e endereços obtidos em salas de bate-papo (chats). Alguns desses chats são freqüentados por hackers ;

Evite sites arriscados e só faça downloads (transferência de arquivos para o seu computador) de sites que conheça e saiba que são confiáveis.

Utilize sempre as versões de browsers (programas de navegação) mais atualizadas, pois geralmente incorporam melhores mecanismos de segurança.

Quando for efetuar pagamentos ou realizar outras operações financeiras, você pode certificar-se que está no site desejado, seja do banco ou outro qualquer, "clicando" sobre o cadeado e/ou a chave de segurança que aparece quando se entra na área de segurança do site. O certificado de habilitação do site, concedido por um certificador internacional, aparecerá na tela, confirmando sua autenticidade, juntamente com informações sobre o nível de criptografia utilizada naquela área pelo responsável pelo site (SSL). Não insira novos certificadores no browser (programa de navegação), a menos que conheça todas as implicações decorrentes desse procedimento.

Acompanhe os lançamentos em sua conta corrente. Caso constate qualquer crédito ou débito irregular, entre imediatamente em contato com o banco.

Se estiver em dúvida sobre a segurança de algum procedimento que executou, entre em contato com o banco. Prevenção é a melhor forma de segurança.

Em caso de dúvida, procure por seu banco e pergunte que medidas de proteção estão sendo tomadas quanto à segurança das transações on-line.

Os meios de comunicação estão permanentemente divulgando dicas de segurança aos usuários da Internet. Mantenha-se atento.

A Hist�ria da Internet - Como Tudo Come�ou...

Kellen Cristina Bogo


A Internet nasceu praticamente sem querer. Foi desenvolvida nos tempos remotos da Guerra Fria com o nome de ArphaNet para manter a comunica��o das bases militares dos Estados Unidos, mesmo que o Pent�gono fosse riscado do mapa por um ataque nuclear.

Quando a amea�a da Guerra Fria passou, ArphaNet tornou-se t�o in�til que os militares j� n�o a consideravam t�o importante para mant�-la sob a sua guarda. Foi assim permitido o acesso aos cientistas que, mais tarde, cederam a rede para as universidades as quais, sucessivamente, passaram-na para as universidades de outros pa�ses, permitindo que pesquisadores dom�sticos a acessarem, at� que mais de 5 milh�es de pessoas j� estavam conectadas com a rede e, para cada nascimento, mais 4 se conectavam com a imensa teia da comunica��o mundial.

Nos dias de hoje, n�o � mais um luxo ou simples quest�o de op��o uma pessoa utilizar e dominar o manuseio e servi�os dispon�veis na Internet, pois � considerada o maior sistema de comunica��o desenvolvido pelo homem.

Com o surgimento da World Wide Web, esse meio foi enriquecido. O conte�do da rede ficou mais atraente com a possibilidade de incorporar imagens e sons. Um novo sistema de localiza��o de arquivos criou um ambiente em que cada informa��o tem um endere�o �nico e pode ser encontrada por qualquer usu�rio da rede.

Em s�ntese, a Internet � um conjunto de redes de computadores interligadas que tem em comum um conjunto de protocolos e servi�os, de uma forma que os usu�rios conectados possam usufruir de servi�os de informa��o e comunica��o de alcance mundial.

Hist�rico

Desenvolvida pela empresa ARPA (Advanced Research and Projects Agency) em 1969, com o objetivo de conectar os departamentos de pesquisa, esta rede foi batizada com o nome de ARPANET.

Antes da ARPANET, j� existia outra rede que ligava estes departamentos de pesquisa e as bases militares, mas como os EUA estavam em plena guerra fria, e toda a comunica��o desta rede passava por um computador central que se encontrava no Pent�gono, sua comunica��o era extremamente vulner�vel.

Se a antiga URSS resolvesse cortar a comunica��o da defesa americana, bastava lan�ar uma bomba no Pent�gono, e esta comunica��o entrava em colapso, tornando os Estados Unidos extremamente vulner�vel a mais ataques.

A ARPANET foi desenvolvida exatamente para evitar isto. Com um Back Bone que passava por baixo da terra (o que o tornava mais dif�cil de ser interrompido), ela ligava os militares e pesquisadores sem ter um centro definido ou mesmo uma rota �nica para as informa��es, tornando-se quase indestrut�vel.

Nos anos 1970, as universidades e outras institui��es que faziam trabalhos relativos � defesa tiveram permiss�o para se conectar � ARPANET. Em 1975, existiam aproximadamente 100 sites. Os pesquisadores que mantinham a ARPANET estudaram como o crescimento alterou o modo como as pessoas usavam a rede. Anteriormente, os pesquisadores haviam presumido que manter a velocidade da ARPANET alta o suficiente seria o maior problema, mas na realidade a maior dificuldade se tornou a manuten��o da comunica��o entre os computadores (ou interopera��o).

No final dos anos 1970, a ARPANET tinha crescido tanto que o seu protocolo de comuta��o de pacotes original, chamado de Network Control Protocol (NCP), tornou-se inadequado. Em um sistema de comuta��o de pacotes, os dados a serem comunicados s�o divididos em pequenas partes. Essas partes s�o identificadas de forma a mostrar de onde vieram e para onde devem ir, assim como os cart�es-postais no sistema postal. Assim tamb�m como os cart�es-postais, os pacotes possuem um tamanho m�ximo, e n�o s�o necessariamente confi�veis.

Os pacotes s�o enviados de um computador para outro at� alcan�arem o seu destino. Se algum deles for perdido, ele poder� ser reenviado pelo emissor original. Para eliminar retransmiss�es desnecess�rias, o destinat�rio confirma o recebimento dos pacotes.

Depois de algumas pesquisas, a ARPANET mudou do NCP para um novo protocolo chamado TCP/IP (Transfer Control Protocol/Internet Protocol) desenvolvido em UNIX. A maior vantagem do TCP/IP era que ele permitia (o que parecia ser na �poca) o crescimento praticamente ilimitado da rede, al�m de ser f�cil de implementar em uma variedade de plataformas diferentes de hardware de computador.

Nesse momento, a Internet � composta de aproximadamente 50.000 redes internacionais, sendo que mais ou menos a metade delas nos Estados Unidos. A partir de julho de 1995, havia mais de 6 milh�es de computadores permanentemente conectados � Internet, al�m de muitos sistemas port�teis e de desktop que ficavam online por apenas alguns momentos. (informa��es obtidas no Network Wizard Internet Domain Survey, http://www.nw.com).

Hist�rico da Internet no Brasil

A hist�ria da Internet no Brasil come�ou bem mais tarde, s� em 1991 com a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), uma opera��o acad�mica subordinada ao MCT (Minist�rio de Ci�ncia e Tecnologia).

At� hoje a RNP � o "backbone" principal e envolve institui��es e centros de pesquisa (FAPESP, FAPEPJ, FAPEMIG, etc.), universidades, laborat�rios, etc.

Em 1994, no dia 20 de dezembro � que a EMBRATEL lan�a o servi�o experimental a fim de conhecer melhor a Internet.

Somente em 1995 � que foi poss�vel, pela iniciativa do Minist�rio das Telecomunica��es e Minist�rio da Ci�ncia e Tecnologia, a abertura ao setor privado da Internet para explora��o comercial da popula��o brasileira.

A RNP fica respons�vel pela infra-estrutura b�sica de interconex�o e informa��o em n�vel nacional, tendo controle do backbone (Coluna dorsal de uma rede, backbone representa a via principal de informa��es transferidas por uma rede, neste caso, a Internet).

O surgimento de um Mercado Comercial

No meio dos anos 80, havia um interesse suficiente em rela��o ao uso da Internet no setor de pesquisas, educacional e das comunidades de defesa, que justificava o estabelecimento de neg�cios para a fabrica��o de equipamentos especificamente para a implementa��o da Internet. Empresas tais como a Cisco Systems, a Proteon e, posteriormente, a Wellfleet (atualmente Bay Networks) e a 3Com, come�aram a se interessar pela fabrica��o e venda de roteadores, o equivalente comercial dos gateways criados pela BNN nos prim�rdios da ARPANET. S� a Cisco j� tornou-se um neg�cio de 1 bilh�o de d�lares.

A Internet est� tendo um crescimento exponencial no n�mero de redes, n�mero de hosts e volume de tr�fego.

Outro fator primordial que existe por tr�s do recente crescimento da Internet � a disponibilidade de novos servi�os de diret�rio, indexa��o e pesquisa que ajudam os usu�rios a descobrir as informa��es de que precisam na imensa Internet. A maioria desses servi�os surgiu em fun��o dos esfor�os de pesquisa das universidades e evolu�ram para servi�os comerciais, entre os quais se incluem o WAIS (Wide Area Information Service), o Archie (criado no Canad�), o YAHOO, de Stanford, o The McKinley Group e o INFOSEEK, que s�o empresas privadas localizadas no Vale do Sil�cio.

O novo Jeito de Vender

Este � um tema moderno e ao mesmo tempo tradicional envolvendo televendas e teleatendimento. A principal quest�o est� centralizada na nova filosofia de percep��o de compra eletr�nica, na defini��o de um internauta e sua percep��o de realiza��o da compra atrav�s de um novo canal de comunica��o, a Internet.

Para compreender a filosofia do com�rcio eletr�nico � necess�rio entender o mecanismo de televendas e teleatendimento como sendo a primeira tentativa de venda "virtual" que surgiu no in�cio da d�cada de 80 e procura incorporar os seguintes conceitos:

  1. Desmaterializa��o: substitui��o do movimento e contato f�sico por informa��o telef�nica ou via cat�logos e um contato virtual.
  2. Desintermedia��o: elimina��o de um ou mais intermedi�rios na cadeia de venda do produto.
  3. Grupo de afinidades: s�o produtos e servi�os que possuem similaridades (em termo de divulga��o e consumo) e que oferecem ao consumidor solu��es apenas visuais, cujas caracter�sticas s�o inquestion�veis em termo de qualidade, pre�os e garantias.

Algumas empresas implementam o conceito e a infra-estrutura necess�ria para operar um centro de atendimento ao cliente, os chamados call-centers. Surgiram os sistemas de informa��o, os banco de dados, sistemas de telefonia com unidade de respostas aud�veis, profissionais de teleatendimento e a intera��o entre comandos , dados e voz, que representa o ponto m�ximo de evolu��o do atendimento virtual.

Os recursos de telefonia integrados com sistemas de banco de dados aliados a uma filosofia de televendas proporcionam o in�cio do com�rcio eletr�nico que "acoplou" os recursos de Internet, home page, browser, servidor Web e provedor de acesso.

Este "mundo" virtual, com filosofias de consumo pr�prias ainda n�o claramente estabelecidas e compreendidas, envolve basicamente a facilidade de manipula��o de um browser interrelacionando �s necessidades do cliente e a oferta de produtos e servi�os at� a efetiva��o da compra segundo:

  • Learn: Como os clientes aprendem e adquirem informa��es gerais e institucionais sobre a empresa? S�o necessariamente informa��es correntes e consistentes, com foco e direcionamento nas necessidades dos usu�rios do browser.
  • Shop: Como os clientes consultam e escolhem as ofertas de produtos e servi�os? S�o informa��es baseadas nas prefer�ncias do consumidor e na seq��ncia de a��es no browser, auxiliando o consumidor a tomar decis�es.
  • Buy: Como os clientes efetivam as transa��es de compras? Trata-se da facilidade do consumidor de preencher um pedido de compra onde n�o existe a necessidade de um contato do tipo face a face. Essas transa��es s�o suportadas por m�ltiplas formas de pagamento, devendo ser �gil e livre de erros no processamento do pedido de compras.
  • Support: Como os clientes poder�o ter um suporte t�cnico e um servi�o de atendimento no p�s-vendas? Neste caso, considera-se o atendimento 24 horas por 7 dias de vital import�ncia, e tamb�m, toda a comunica��o interativa (do tipo pergunta/resposta escrita), al�m de contar com uma organiza��o de processos e profissionais que identificam um problema e encaminhamento da solu��o com agilidade.

Pontos Importantes do e-commerce

1) Merchandising – Qualquer varejista sabe que um produto bem apresentado sai mais r�pido da prateleira. Na Web isso significa boas imagens, pre�os claros e informa��es completas dos produtos expostos. Tamb�m n�o se pode ignorar a localiza��o dos produtos. Clientes entram nas lojas atra�dos pelos produtos expostos na vitrine. Na Web, esses produtos ficam na primeira p�gina.

2) Promo��o - Os tradicionais an�ncios em jornais, revistas ou televis�o s�o substitu�dos por banners animados, e-mails ou promo��es hot sell. Sempre anuncie produtos com apelo forte de venda. Ent�o, � necess�rio preparar um plano de marketing e separar a verba para execut�-lo.

3) Atendimento a Clientes - O processo de venda, virtual ou n�o, envolve v�rias etapas. Em cada uma delas h� intera��o entre o consumidor e um funcion�rio da loja. Sendo assim � necess�rio estabelecer um canal de comunica��o preciso, transparente e �gil. Caso contr�rio, os consumidores desaparecer�o rapidamente.

4) Vendas - Para ter sucesso nas vendas, � necess�ria uma equipe de vendedores bem treinada e motivada. Na Web, isso pode ser feito com muito mais consist�ncia e menos custo. Os produtos e servi�os oferecidos devem apresentar informa��es detalhadas, bem como seus principais diferenciais em rela��o aos concorrentes, an�lises de jornalistas ou consumidores sobre sua qualidade e outras informa��es que possam ajudar o cliente a decidir a compra mais rapidamente.

5) Pagamento - Como a cultura de usar cart�o de cr�dito pela Internet ainda � pouco disseminada no Brasil, � necess�rio oferecer formas de pagamento alternativas, como carteiras eletr�nicas, dep�sitos identificados e cheque eletr�nico pr�-datado.

6) P�s-venda- Todo p�s-venda deve estar dispon�vel para consulta na Web, incluindo normas para troca ou devolu��o de produtos, dados cadastrais da rede de assist�ncia t�cnica, perguntas e respostas mais freq�entes e informativos peri�dicos por e-mail sobre novidades, lan�amentos, etc.

7) Seguran�a - O ponto mais importante do com�rcio eletr�nico. Qualquer pessoa tem medo de comprar algo com o cart�o de cr�dito pela Web. Por isso, n�o poupar recursos de seguran�a para tirar essa preocupa��o de seus clientes, � um fator importante. Isso inclui a ado��o do SSL e processos de encripta��o de informa��es nas bases de dados e comunicar claramente os clientes sobre a seguran�a oferecida no site.

8) Estoque - Para ganhar efici�ncia nas vendas, � importante separar fisicamente o estoque dos produtos vendidos pela Web. Mesmo assim, o tratamento gerencial deve ser igual ao de um estoque normal, com informa��es precisas de giro, custo e tempo de reposi��o.

9) Log�stica – � necess�rio preparar-se para entregar produtos individualmente e com rapidez. E n�o esquecendo dos custos de transporte. Se forem muito altos, a empresa n�o ter� clientes tamb�m.

10) Monitoramento - Manter sistemas de acompanhamento precisos e informatizados. Se a opera��o n�o for muito bem controlada, os custos com retrabalho de informa��es ir�o comer qualquer margem deixada pela venda dos produtos.